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Se temos boas razões para acreditar que a economia brasileira
poderá ingressar em uma nova etapa de crescimento sustentado,
também podemos apostar em um cenário positivo para
o desenvolvimento do sistema financeiro.
Maior volume de financiamentos, a prazos mais longos e a custos
mais razoáveis, deverá ser uma tendência natural
do sistema financeiro nos próximos anos.
A nossa taxa de poupança como proporção do
PIB (16%) encontra-se muito reduzida, e não podemos contar,
pelo menos a curto e médio prazos, com boa oferta de recursos
externos.
Isso torna ainda mais crucial o bom desempenho do sistema financeiro
no sentido de alocar, eficientemente, a poupança disponível
para investimentos.
A crescente eficiência do sistema financeiro dependerá,
por outro lado, da colocação em prática,
pelo poder público, dos objetivos de se reduzir a "cunha
fiscal", preservar a estabilidade e avançar nas reformas
estruturais (tributária, previdenciária, em especial),
de sorte a viabilizar queda nos juros e retomada do crescimento.
Alberto
Furuguem
Consultor Econômico e ex-Diretor do Banco Central.
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O
avanço da atividade industrial, na segunda metade
do século XIX, elevou a demanda por capital, o que
levou o governo a autorizar, em 1864, o aumento da quantidade
de bilhetes emitidos pelo Banco do Brasil. Dois anos depois,
o direito de emissão foi transferido ao Tesouro Nacional,
que emitiu, entre outras, a nota de 2 mil-réis que
vemos acima.
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D.
Pedro II teve um longo reinado, que inciou quando ainda
era jovem e durou quase seis décadas. Durante o reinado,
foram cunhadas moedas que retratavam o Imperador em várias
fases de sua vida, da infância à velhice. Muitas
cédulas, como a representada acima, também
já estamparam a figura de D. Pedro II, personalidade
mais retratada no dinheiro do Brasil.
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